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Plantio de mudas em Resende
26/11/2016
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Natal em Queimadas
16/12/2018
Projeto Serviço em EVH em Queimadas -
Natal na comunidade


Eventos Nacionais
Eventos Nacionais


01 de outubro de 2026
Os seres humanos devem ter todo o cuidado para que os seus sentidos não se desviem nem cometam transgressões. Pensar o mal, falar o mal e ver o mal conduzem invariavelmente à completa ruína. Por exemplo, narra o épico Mahabharata que o príncipe Duryodhana, o mais velho dos irmãos Kauravas, sempre nutriu maus pensamentos sobre os irmãos Pandavas, seus primos e rivais, o que acabou causando a destruição de toda a sua família. Kichaka, o comandante-em-chefe do exército do rei Virata, lançou olhares cobiçosos sobre Draupadi, a esposa dos Pandavas, quando estes viviam incógnitos no palácio real, e pagou por isso com a própria vida. O épico Ramayana conta a história da rainha Kaikeyi, que deu ouvidos aos maus conselhos da sua criada Manthara e, com isso, perdeu não apenas o marido, o rei Dasharatha, mas também o respeito e o amor do príncipe Bharata, seu próprio filho. Hoje em dia, ninguém gosta nem mesmo de levar os nomes de personagens infames como Duryodhana, Kichaka ou o rei-demônio Ravana! Mas, embora esses nomes não sejam apreciados, a humanidade ainda não renunciou às más qualidades associadas a eles! Esforcem-se por abandonar os maus pensamentos, os olhares maldosos, a fala perniciosa e a ânsia por dar ouvidos a maus conselhos e à maledicência. (Discurso Divino de 22 de maio de 1986)
Sri Sathya Sai Baba
02 de outubro de 2026
Imagens são inertes por natureza e não possuem qualidades como a compaixão, o amor e a paciência. É por esse motivo que algumas pessoas são contrárias ao culto às imagens. Isso é ignorância. Assim como se usa o dedo indicador para apontar um objeto específico, tal como uma flor ou um copo, as imagens são como indicadores que apontam para a Divindade. Uma vez reconhecida a Divindade, não se precisa mais dos indicadores, ou seja, das imagens. Sendo assim, não é tolice opor-se ao culto às imagens? Vocês não cultuam os retratos dos seus pais e avós? Esses retratos têm vida? Não. Tampouco possuem qualidades como a compaixão, o amor, o sacrifício e assim por diante. Então, qual o sentido de reverenciá-los? É por meio desses retratos que vocês se lembram das virtudes e dos ideais que os seus antepassados valorizavam. Considerem, por exemplo, uma nota de cem rupias medindo cerca de 15 por 10 centímetros. Nela não há vida nem virtudes como o amor e a compaixão; ainda assim, as pessoas a apreciam imensamente e gostariam de possuí-la. Existe no mundo alguém que não goste de dinheiro? Da mesma forma, respeitamos a bandeira nacional pelo valor que ela representa, embora seja apenas um pedaço de pano inerte. Ora, se o culto às imagens é considerado uma tolice, o mesmo deveria se aplicar ao amor pelo dinheiro e ao respeito às bandeiras, pois tais objetos também são desprovidos de vida. (Discurso Divino, 12 de março de 2002)
Sri Sathya Sai Baba
03 de outubro de 2026
O mantra Gayatri é uma prece universal e, como tal, pode ser recitado por pessoas de todas as regiões e de todos os credos. Ele invoca o glorioso poder que permeia o Sol e os três mundos, com o objetivo de estimular, despertar e fortalecer o intelecto e, assim, direcionar o aspirante ao exercício de uma intensa disciplina espiritual que o levará ao êxito. O baixar de uma pálpebra sobre o olho produz um som, e o mesmo ocorre com o cair de uma gota de orvalho sobre uma pétala. Qualquer leve agitação que perturbe a quietude produz som; só que talvez não se consiga ouvi-lo, pois a capacidade auditiva humana é limitada. O som causado pelo movimento primal que fez com que Brahman (o Absoluto) fosse envolto pela ilusão, dando origem à Criação, é o Pranava-shabda, o som primordial “Om”. O mantra Gayatri é o desdobramento dessa sílaba sagrada; por isso ele é considerado tão venerável que a iniciação na vida espiritual se dá mediante a sua contemplação. O som de um mantra é tão valioso quanto o seu significado. A criança no berço para de chorar ao ouvir uma canção de ninar; esta pode não ter significado algum, pode ser apenas uma rima sem sentido ou uma simples cantilena, porém tranquiliza, acalma os nervos e induz ao sono. No caso do mantra Gayatri, o seu significado é simples e profundo. Ele não pede misericórdia nem perdão, e sim um claro intelecto, para que a Verdade nele se reflita fielmente, sem nenhuma distorção. (Discurso Divino, 16 de maio de 1964)
Sri Sathya Sai Baba
04 de outubro de 2026
Um grande soberano (maharaja, em sânscrito) não é aquele que possui toda sorte de riquezas. O verdadeiro maharaja é aquele que entregou tudo ao Divino. Ele é um renunciante e também um iogue, ou seja, alguém que está em comunhão com Deus. Por essa razão, em qualquer santuário sagrado que vocês visitarem no estado indiano de Uttar Pradesh, verão os renunciantes e ascetas sendo saudados com o título de maharaja pelos peregrinos. Eles são aclamados assim porque renunciaram a tudo, se refugiaram no Senhor e praticaram disciplinas espirituais com o propósito de se fundirem no Divino. O místico e líder espiritual Chaitanya declarou: ”O meu tesouro não é ‘Sri’, e sim ‘Hari’. Não prezo Lakshmi, a Deusa da Riqueza, e sim o Senhor de Lakshmi, que é Vishnu”. Saibam que, se ansiarem ardentemente pelo Divino, não sofrerão nenhuma privação. Não há riqueza maior do que o amor ao Senhor. O ser humano vem ao mundo para adquirir essa suprema riqueza. (Discurso Divino, 6 de maio de 1993)
Sri Sathya Sai Baba
05 de outubro de 2026
Do ponto de vista de vocês, um objeto pode parecer inerte; no entanto, do ponto de vista védico, tudo é Consciência Divina. Alguém poderia questionar: se essa Consciência é imanente em tudo, por que não é visível a olho nu? Ora, todos vocês sabem muito bem que há manteiga em cada gota de leite. Pode-se negar a sua existência só porque ela não é visível a olho nu? O processo de obter a manteiga consiste em coalhar o leite e, em seguida, batê-lo. O ser humano é incapaz de perceber esse Princípio da Consciência em razão de dois defeitos: 1) ele ignora os seus inúmeros erros; 2) exagera o menor deslize alheio. Só se consegue alcançar a divindade quando se deixa de esconder as próprias falhas e ressaltar as dos outros. Ao remover do seu coração esses dois defeitos, o indivíduo se torna verdadeiramente a personificação do Divino. É um ato pecaminoso grave procurar falhas nos outros; em vez disso, procurem as suas próprias falhas. Considerem o seu menor defeito como um grande erro e tentem corrigi-lo. Quanto aos defeitos alheios, vocês devem ignorá-los, por maiores que sejam. Não critiquem os outros; pelo contrário, critiquem a si mesmos e se perguntem: “É assim que devo me comportar, tendo nascido como um ser humano?” A verdadeira prática espiritual consiste em descobrir os próprios erros e corrigi-los. (Discurso Divino, 12 de março de 2002)
Sri Sathya Sai Baba
06 de outubro de 2026
À primeira vista, os cupins parecem insignificantes e inofensivos; são chamados de “formigas brancas”, como se fossem dignos de admiração e atenção, em vez de extermínio. No entanto, eles se multiplicam rapidamente e destroem silenciosamente estruturas inteiras de casas e edifícios. Similarmente, hábitos nocivos e tendências imitativas, tais como o consumo de álcool e de drogas, o jogo e a criminalidade, se infiltram sorrateiramente, sob os mais diversos disfarces, no comportamento individual e social, acabando por destruir a trajetória até mesmo dos indivíduos mais resistentes e íntegros. Sucumbindo ao canto de sereia de traços culturais estrangeiros, a juventude da Índia está desprezando a sua preciosa herança, que é a reverência para com os mais velhos, a dedicação aos pais, a compaixão por todos os seres em sofrimento, a humildade e a simplicidade, a fidelidade à verdade e o apreço pela própria dignidade. Incentivando a visão materialista, a ciência e a tecnologia têm concentrado todos os seus esforços na aquisição de conforto e, assim, inflado o ego das pessoas. Na época atual, esse lamentável declínio ocorre, em maior ou menor grau, em todos os países do mundo. A causa principal dessa tragédia é a negligência dos aspectos espirituais e morais da personalidade humana. (Discurso Divino, 13 de maio de 1979)
Sri Sathya Sai Baba
07 de outubro de 2026
O ser humano não veio ao mundo para comer e dormir, e sim para manifestar, por meio de processos disciplinados, o Divino que reside nele. Eis por que é chamado de vyakti, ou seja, aquele que evidencia o poder existente no seu interior, a Energia Divina que o impulsiona. Para cumprir esse propósito, veio dotado com um corpo e com a inteligência necessária para controlá-lo e direcioná-lo para canais proveitosos de atividade. Isso é algo que se deve conseguir mediante a busca resoluta da moralidade e de boas ações. Quando sofrem sob o sol escaldante, vocês se refrescam com um mergulho no rio Godavari. Quando o seu coração estiver ressequido pelo anseio ardente por equanimidade, mergulhem na companhia refrescante de seres espiritualmente elevados. Assim como têm um cronograma de horários para o sustento físico, adotem um para o sustento espiritual: para o café da manhã, repetição devocional do Nome do Senhor (japa) e meditação (dhyana); para o almoço, um ritual de adoração ao Senhor (puja); para o lanche da tarde, a leitura de escrituras ou de livros sagrados (pravachana); finalmente, um leve jantar de música devocional (bhajan) nas primeiras horas da noite. Se vocês seguirem essa rotina diária, poderão dormir profundamente e acordar revigorados. (Discurso Divino, 26 de março de 1965)
Sri Sathya Sai Baba
08 de outubro de 2026
O ser humano, na verdade, não é o corpo, e sim o Morador Interno do corpo. A alma individual ou jivatma é, por natureza, Consciência Divina e Bem-Aventurança. Há uma estreita ligação entre o Morador Interno e essa Bem-Aventurança. Não se obtém verdadeira bem-aventurança do corpo material, e sim do sagrado que nele reside. Enquanto a criança brinca com os seus brinquedos, sente alguma felicidade durante um breve período; mas, no instante em que vê a mãe, larga todos os brinquedos e corre para ela, pois é junto da mãe que encontra felicidade duradoura. Riqueza e posse de bens materiais podem proporcionar apenas felicidade passageira; a bem-aventurança permanente só se encontra no Divino. Por isso muitas pessoas oriundas de países ricos vêm para cá, em busca de um pouco de paz, e participam de movimentos espirituais. A paz e a bem-aventurança vêm do interior de cada um, não do exterior. Nem só de alimento vive o ser humano; ele vive da experiência do Atma, isto é, do Ser Interno. (Chuvas de Verão, 14 de junho de 1978)
Sri Sathya Sai Baba
09 de outubro de 2026
Recordem o Nome do Senhor. Associem-no à Sua Forma e mantenham essa imagem fixa na sua tela mental. O Nome Divino é uma lâmpada que irradia luz pelos recônditos do coração. Tenham-no sempre nos lábios, e ele dissipará tanto as trevas interiores quanto as exteriores. Paz interior e fraternidade no exterior – eis o sinal daquele que se dedica à repetição do Nome do Senhor. Esse Nome encerra um imenso poder. Deixem-Me contar-lhes um episódio que ilustra bem essa verdade. Certa vez, os santos e poetas indianos Jñanadev e Namdev caminhavam juntos por uma trilha na floresta, tomados por uma sede insuportável. Finalmente, encontraram um poço, mas não havia corda nem balde nas proximidades para trazer à superfície o precioso líquido. O poço era fundo, sem degraus, e a água estava muito, muito lá embaixo. Jñanadev, que havia alcançado Brahmajñana ou o Conhecimento do Ser Supremo, transformou-se em um pássaro, voou até o fundo do poço e bebeu até se fartar, saciando a sua sede. Namdev, por sua vez, invocou o Senhor pelo Seu Nome. Ele respondeu, e a água do poço subiu – sim, subiu! – até que Namdev pôde alcançá-la com as mãos e aplacar a sua sede. (Discurso Divino, 7 de março de 1962)
Sri Sathya Sai Baba
10 de outubro de 2026
Os sentidos podem ser usados com o objetivo de aumentar a bem-aventurança. Quando se despeja suco de fruta em um copo, este não sente o sabor. É preciso beber o suco por meio de um canudo, que aí representa os sentidos; então a língua, que simboliza o intelecto (buddhi, em sânscrito), experimenta a sua doçura. O suco de fruta é a Natureza ao nosso redor. Saboreiem a sua doçura, ou seja, a Divindade imanente nela; eis o propósito e a razão de ser da Natureza. Ela é apenas o Jogo Divino do Senhor, posto diante de vocês, para que se tornem conscientes da Sua glória, do Seu esplendor. Se as ordens do governo central são cumpridas por todos os estados, o país ganha em força e unidade. De igual modo, se a mente obedece aos ditames do intelecto, o indivíduo ganha com isso. Mas ai dele, se ela se torna escrava dos sentidos! Quando a mente segue os sentidos voltados para o exterior, esquecendo-se da Realidade, e o indivíduo se deleita no mundo onírico de uma falsa fantasia, a Mãe Divina acaricia o filho e o desperta. Então não haverá necessidade de dizer mais nada; com o despertar, a Verdade se revelará. (Discurso Divino, 2 de agosto de 1963)
Sri Sathya Sai Baba
11 de outubro de 2026
Durante o Festival de Navaratri, dedicado à adoração do aspecto feminino da Divindade, reverenciam-se as deusas Durga, Lakshmi e Sarasvati oferecendo-Lhes kumkum, o pó vermelho sagrado, com o propósito de erradicar as tendências demoníacas do indivíduo. Esse pó simboliza o sangue. O significado dessa adoração é oferecer o próprio sangue ao Senhor e, em troca, receber a dádiva da paz. No ser humano há quatro tendências: a animalesca, a demoníaca, a humana e a divina. Com base nos três componentes do ser humano – o corpo, a mente e o Atma, ou seja, o Ser Interno –, pode-se dizer o seguinte: 1) quando o indivíduo ignora a mente e o Atma e se identifica unicamente com o corpo, manifesta apenas as suas qualidades animalescas; 2) quando o corpo e o Atma são esquecidos e só a mente predomina, ele se torna demoníaco; 3) quando o corpo e a mente são ignorados e o indivíduo fica imerso na consciência do Atma, ele se torna divino. Se, dessa forma, explorarmos as potencialidades humanas, constataremos que elas abrangem tudo. Por conseguinte, o ser humano precisa conhecer a si mesmo; nesse conhecimento, encontrará tudo. O príncipe Arjuna teve uma visão de todos os mundos na Forma Cósmica de Krishna. Viu que o Senhor reside em cada ser humano. Na verdade, Ele é mais próximo do que os parentes mais chegados e mais querido do que qualquer outra pessoa. É o único salvador, o único refúgio do ser humano. Por isso os devotos celebram o Festival de Navaratri contemplando a Deus e se livrando de todas as impurezas durante dez dias, com o objetivo de vivenciar a Divindade no seu próprio interior. (Discurso Divino, 14 de outubro de 1994)
Sri Sathya Sai Baba
12 de outubro de 2026
É preciso moldar a própria vida de modo a conquistar a Graça de Deus, trilhando um caminho sagrado. Já que vocês tiveram este nascimento, devem envidar todos os esforços necessários para não nascer de novo. Quando a morte chegar, enfrentem-na de maneira a não serem forçados a encontrá-la novamente. Esse é, de fato, o segredo da vida humana. Mas o que se vê atualmente é que o conhecimento científico aumentou na proporção inversa da fortaleza do indivíduo. O bom senso presente nos seres humanos diminuiu à medida que a ciência progrediu. O que se chama de ciência pode proporcionar prazer material, mas não a bem-aventurança do Atma, a bem-aventurança do Ser Interno. A espiritualidade leva à plenitude que todo ser humano deve realizar, e que é o conhecimento absoluto contido na espiritualidade. A palavra sânscrita “manava”, que quer dizer “ser humano”, é composta de três sílabas: “ma”, “na” e “va”. “Ma” significa ignorância ou falta de conhecimento, e “na”, a libertação dessa ignorância, dessa escuridão; “va” diz respeito à conduta. Portanto, a palavra “manava” significa que vocês devem se conduzir de modo a eliminar completamente as trevas da ignorância. (Chuvas de Verão, 14 de junho de 1978)
Sri Sathya Sai Baba


