Vesak
Buda Purnima
Compilação de discursos por ocasião do dia de Buda

O dia da Lua Cheia (Purnima) de Vesak (ou Vaisakh – 2º mês do calendário Hindu) é considerado o mais sagrado pelos Budistas de todo o mundo. Ele é importante por três razões. Nesse dia Gautama Buda nasceu como o Príncipe Siddhartha em Lumbini, no Nepal, em 560 A.C. Também foi nesse dia que ele alcançou a Iluminação em Gaya, na Índia, após anos de busca e investigação sobre as causas e o remédio para os sofrimentos do mundo. Desse dia em diante, Siddhartha passou a ser conhecido como Buda, que significa o Iluminado. Ele ensinou que os desejos são a raiz do sofrimento e recomendou o caminho da conduta correta e do uso apropriado dos sentidos como o caminho para a Iluminação. Ele alcançou o Nirvana – a União com o Absoluto em 480 A.C., uma vez mais no dia de Vesak. Esse dia auspicioso é reverenciado piedosamente como Buda Purnima por seus seguidores, nos países do Extremo Oriente, dentre eles o Sri Lanka e a Índia.

 

As quatro Nobres Verdades

1. A Natureza do sofrimento

2. A origem do Sofrimento

3. A Cessação do sofrimento

4. O Caminho para a cessação do sofrimento

 

O Nobre Caminho Óctuplo

Visão correta

Intenção correta

Fala correta

Ação correta

Meio de vida correto

Esforço correto

Atenção correta

Concentração correta

 

A seguir, trechos de discursos proferidos por Sathya Sai Baba sobre Buda.

 

Neste dia sagrado de Buda Purnima, falamos sobre Buda e purnima (lua cheia).

Mas, raramente indagamos sobre os Seus ensinamentos, Suas virtudes e a Sua maneira exemplar de levar a vida. O rei Suddhodhana e sua esposa Mayadevi praticaram juntos, por anos, muitas austeridades espirituais como repetição constante do Nome de Deus (japa), austeridades (tapa), votos (vratas) e rituais (Yajñas) desejando ter um filho. Consultaram também muitos astrólogos. Suddhodhana não tinha paz mental, porque a preocupação de não ter um herdeiro para o trono o perseguia dia e noite. Finalmente, suas preces foram atendidas quando Mayadevi deu à luz um filho em Lumbini. Infelizmente, Mayadevi morreu logo depois de dar à luz o seu filho a quem chamou Siddhartha Gautami. A segunda esposa de Suddhodhana criou a criança com amor e carinho como se fosse seu próprio filho. Por isso, Ele também foi chamado de Gautama.

 

Os astrólogos previram que Siddhartha não governaria o reino; que deixaria o reino e se tornaria um renunciante.

A previsão dos astrólogos soava sempre nos ouvidos de Suddhodhana causando-lhe ansiedade à medida que via seu filho crescer. Ele tomou todas as precauções para evitar que seu filho saísse do palácio e se misturasse com outras companhias e fosse influenciado por elas. Assim, ele protegeu o seu filho da influência dos outros por vinte longos anos.

Certo dia, os pais de uma moça vieram até Suddhodhana e expressaram o seu desejo de dar a sua filha em casamento ao seu filho Siddhartha. O nome da moça era Yashodhara. Suddhodhana aceitou a proposta deles e realizou o casamento de Siddhartha e Yashodhara. Devido à carinhosa insistência de seus pais, Siddhartha permaneceu com eles no palácio mesmo depois do casamento.  Um ano após o casamento, Ele teve um filho que foi chamado de Rahul. Ambos, marido e mulher, passavam o tempo alegremente com o seu filho.

A despeito de todos os confortos do palácio e de uma feliz vida de casado, a mente de Gautama tornou-se inquieta quando ele viu pessoas afligidas pela velhice, doença e morte, depois que se aventurou a sair do palácio um dia.

 

Certa noite aconteceu uma súbita transformação em Sua mente.

Enquanto Sua esposa dormia profundamente, Ele levantou-se à meia noite, acariciou o Seu filho e partiu para a floresta. Ele teve de suportar numerosas privações e dificuldades na floresta, mas enfrentou todas as provações com tolerância e determinação. Seus pais estavam imersos em tristeza, incapazes de suportar o sofrimento pela separação do filho.  Embora Siddhartha estivesse, também, sentindo muita angústia, continuou no Seu caminho para atingir a autorrealização.

 

No transcurso de Sua jornada, Ele encontrou um homem santo.

O homem santo disse-Lhe que a causa da Sua angústia estava, na realidade, dentro Dele e que essa angústia estava impedindo a Sua autorrealização. Assim dizendo, deu-Lhe um talismã para proteção e pediu-Lhe para usá-lo em volta do pescoço. (...) Quando Siddhartha o colocou em volta do seu pescoço, toda a Sua angústia desapareceu instantaneamente. Até o último momento de sua estada terrena, Buda tinha o talismã ao redor do Seu pescoço. Quando Ele abandonou o seu invólucro mortal, o talismã desapareceu. Siddhartha começou praticando intensas penitências que duraram muito tempo.

 

Ele se questionava constantemente:

“Quem sou Eu? Eu sou o corpo? Eu sou a mente? Eu sou o intelecto? Eu sou chitta – consciência dos sentidos?”. Ele chegou à conclusão de que não era nenhum deles. Finalmente, Ele vivenciou a verdade. “Eu sou Eu”.

 

Buda reconheceu o princípio da unidade e baseou a Sua vida nessa verdade.

Sob a orientação de muitos yogis, ele realizou muitos tipos de meditação e penitências, mas finalmente concluiu que era mera perda de tempo porque nenhum deles poderia conduzi-Lo à experiência última da unidade. Ele lamentou ter perdido o Seu tempo dessa maneira. O indivíduo deve encontrar satisfação na vida usando apropriadamente o seu o tempo. Esse é o principal dever do homem.

 

Buda vivenciou a unidade de toda a criação.

Houve uma total transformação nEle posto que obteve a visão de unicidade do Atma (ekatma). Ele percebeu que todos os relacionamentos mundanos como mãe, pai, esposa, e filhos eram falsos. Ele transcendeu a consciência do corpo. Por isso, mereceu a designação de Buddha (o iluminado). O homem deve usar “buddhi” (inteligência, intelecto) para compreender esse princípio de unidade.  Existem dois tipos de buddhi. O buddhi que vê a diversidade na unidade é a inteligência mundana. O homem deve desenvolver inteligência espiritual (adhyatmic buddhi) para perceber a unidade subjacente em toda a criação. Isso lhe dá a experiência do Princípio Átmico, que é o mesmo na criação inteira. Buda obteve a visão do Atma. Depois dessa experiência, Ele seguiu ensinando que existia somente um princípio divino no mundo.

 

Buddham Sharanam Gacchami

Dhamam Sharanam Gacchami

Sangham Sharanam Gacchami

(Eu me refugio no Buddha, na companhia de devotos e na retidão)

 

Buda ensinou que o princípio da unidade do Atma era o único princípio verdadeiro no mundo.

Aquele que percebeu isso usando sua inteligência espiritual foi um Buda de verdade, Ele disse. Além do Atma, nada existia neste mundo. Neste mundo transitório e efêmero, uma coisa é verdadeira e eterna. É a Divindade. É o que todos deveriam aspirar alcançar.

 

“Satyam Sharanam Gacchami” (Eu busco refúgio na Verdade).

“Ekam Sharanam Gacchami” (Eu busco refúgio no Princípio da Unidade).

 

Neste mundo, tudo é manifestação da Divindade; não existe uma segunda entidade diferente da divindade. É o Princípio Divino que governa o mundo inteiro. Tendo compreendido essa verdade, Buda foi de aldeia em aldeia proclamando-a junto com seus discípulos.

 

Ele nunca sentiu necessidade de descansar.

Ele pensava que era Seu dever compartilhar essa sabedoria suprema com seus semelhantes. Até mesmo o Seu pai, Suddhodhana, veio até Ele. Ele também reconheceu essa verdade e foi transformado. O que Buda ensinou? Buda ensinou que todos eram dotados do mesmo Princípio divino. “Ekam sath viprah bahudha vadanti” (a verdade é uma, mas o sábio se refere a ela através de diferentes nomes). A mesma mensagem foi transmitida pelo Senhor Krishna na Bhagavad Gita quando Ele disse que todos os seres eram Seu próprio reflexo e que ninguém era diferente Dele. Buddha teve de passar por grandes sofrimentos para compreender essa verdade.

 

Muitas almas nobres, contemporâneas de Buda, reconheceram a Sua grandeza.

Diziam que Buda tinha vivenciado a verdade, a qual elas eram incapazes de perceber. Por ter renunciado aos desejos, Buda tornou-Se uma síntese de total renúncia. Nada havia nEle que não fosse amor. Ele considerava o amor como Seu próprio hálito vital. Desprovido de amor, o mundo se tornaria um vazio.

 

Ele ensinou: “Dharmam sharanam gacchami” (Eu busco refúgio no dharma), “Premam sharanam gacchami” (Eu busco refúgio no amor).

Desprovida de amor, a humanidade não existe. Devemos amar a todos independente do fato de a pessoa ser pobre ou rica. O dinheiro não deveria ser o critério para compartilhar o seu amor com seus semelhantes. O dinheiro não é importante. O dinheiro vem e vai, a moralidade vem e cresce. Não firam os outros. Ajudar Sempre, Ferir Nunca. Somente então, poderão alcançar o estado de Buddha. É de pouca utilidade fazer longas palestras se vocês não perceberem o Princípio da Unidade na Divindade. Vocês podem chamar Deus pelo nome de Rama, Krishna, Buddha, Sai etc., mas todos eles encarnam o mesmo Princípio Divino.

(Sai Baba - 13/05/2006)

O corpo humano é impermanente.

A felicidade derivada deste corpo impermanente também é impermanente. Não pode dar felicidade perpétua. Buda deixou sua casa à procura de felicidade permanente e perpétua.  Fora de sua casa, ele viu um cadáver, um doente e um homem decrépito. Depois de ter estas visões miseráveis, Ele se questionou como se poderia escapar da tristeza deste mundo e desfrutar felicidade perpétua. Qual a causa da morte? Qual a causa da velhice? Qual a causa da doença? Depois de uma indagação séria, concluiu que o corpo humano era como uma bolha d'água, e era a mente que causava as doenças no corpo.

 

Vocês não devem ficar excessivamente preocupados com o corpo.

Vocês devem tentar vivenciar sua divindade inata o mais cedo possível, porque o corpo é temporário e não pode durar muito. O homem realiza sacrifícios e rituais sem perceber a divindade inata de todos os seres. Enquanto viajava de um lugar para outro, Buda encontrou certa vez com um grupo de pessoas em uma aldeia que realizava um ritual de sacrifício. Este sacrifício requeria a matança de animais. Buda protestou. Ele lhes disse que o Deus onipresente era o morador interno de todos os seres vivos. Então, era inadequado sacrificar os seres vivos. As pessoas que realizavam o ritual disseram que os animais sacrificados atingiriam a liberação. Buda riu disto e disse: "Vocês querem dar liberação a estes animais que não a desejaram! Por que não aplicam o mesmo princípio e dão a liberação a todos estes homens que estão ansiando por ela? Eu não aceito seu argumento que estes animais sacrificiais atingirão a liberação.

 

Qual Upanishad ou Veda recomenda o sacrifício animal?

Como podem pensar na liberação de qualquer pessoa quando um animal é morto? Isto é falsidade total. Este animal não expressou nenhum desejo pela liberação. Mas sua mãe, pai, esposa, filhos, parentes e muitos outros desejam liberação. Por que vocês não os sacrificam e realizam o desejo deles? Na realidade, por que não começam por vocês mesmos? Ninguém pode atingir a liberação através da violência contra os seres vivos. Este é o pior dos pecados". Desta maneira, Buddha propagou o princípio da não-violência.

 

O amor, que é inerente em seres humanos, também está presente em pássaros e animais.

Compartilhem seu amor com pássaros, animais e seus semelhantes. O amor absoluto é a verdadeira liberação. Para a liberação, vocês não precisam ir a qualquer lugar. Ela não está lá em algum  lugar distante. O amor puro confere a liberação. O esforço de vocês deve ser atingir este amor universal.

 

Uma vez, Buda foi para uma aldeia durante suas viagens.

Como estava cansado, quis descansar. Ele chamou um discípulo jovem e lhe disse que desse a mensagem espiritual às pessoas. O discípulo ficou muito feliz com a oportunidade dada por Buda. Ele falou para as pessoas: "Buda é a personificação da compaixão, amor e sabedoria. Ele também é um Karma-Yogue e um Jnana-Yogue. Uma pessoa assim nunca nasceu antes, nem nascerá no futuro". Os ouvintes bateram palmas entusiasticamente com esta declaração do discípulo de Buda.

 

Buda estava descansando, mas escutou as palavras do discípulo.

Imediatamente, foi para a assembleia onde Seu discípulo estava dando o discurso. Ele perguntou ao discípulo: "Meu filho, qual a sua idade?" "Mestre, tenho 35 anos". "Você tem viajado muito?" perguntou Buda. O jovem discípulo disse que tinha visitado a terra dos Kurus, dos Panchalas, etc. Ao ouvir isto, Buda o alertou: "Você visitou só alguns reinos e tem apenas 35 anos. Com sua curta experiência da vida e do mundo, como pode declarar que uma pessoa como Eu nunca nasceu no passado nem nascerá no futuro?! Você não sabe muito sobre o passado nem pode predizer o futuro. Até mesmo seu conhecimento do presente está muito limitado. Conseguintemente, não é adequado para você falar sobre o passado e o futuro com tal certeza. É pura ignorância. Não fale mais assim. Muitas pessoas grandiosas nasceram no passado. Também haverá muitas mais no futuro". Buda era a personificação da humildade e simplicidade. Ele era oposto à pompa e à ostentação.

 

Muitos grandes homens deixaram suas pegadas nas areias do tempo.

Eles deixaram para trás grandes ideias e ensinamentos nobres. É o bastante se vocês praticarem apenas alguns dos ensinamentos deles. Deus deu muito tempo ao homem. Mas o homem o desperdiça. O tempo é Deus. Não desperdicem tempo. Desperdício de tempo é desperdício de vida. O homem desperdiça 3/4 do seu tempo em atividades mundanas. Ele passa o tempo restante em atividades fúteis como assistir TV e outras diversões insignificantes. Por que ele não santifica seu tempo se ocupando de ações boas e atividades corretas? Este também era o ensinamento de Buda.

 

Buda era o mais nobre dentre os nobres.

Neste dia de Buddha Purnima, decidam praticar os ensinamentos de Buda e obter a alegria que advém deles. Este é o melhor modo de celebrar o Buda Purnima. Não é o bastante se vocês se lembrarem de Buda uma vez por ano no dia de Buda Purnima. Vocês têm que meditar e recapitular como uma vaca, que rumina o capim para redesfrutar a experiência de comer. Vocês têm que se lembrar e recapitular tudo aquilo que vocês desfrutaram aqui.

(Sai Baba - 21/05/2000)

 

Uma vez Buda entrou em um vilarejo com seus discípulos.

Uma moça aproximou-se d’Ele e o convidou para almoçar na casa dela. Buda a abençoou e aceitou seu convite. Vendo isto, muitos aldeões, incluindo o chefe do vilarejo, alertaram Buda dizendo: “Ó Buda, você é um sábio e renunciou a tudo. Ela não é uma mulher de bom caráter. Não é adequado para você comer na casa dela”. Buda sorriu e pediu ao chefe do vilarejo que se adiantasse. Buda, segurando a mão direita do homem, pediu que ele batesse palmas. O chefe disse que não era possível para ele bater palmas, pois uma de suas mãos estava segura por Buda. Então, Buda disse: “É verdade, só é possível bater palmas quando as duas mãos estão juntas. Da mesma forma, esta mulher não pode se tornar ruim por si mesma, a não ser que existam homens de mau caráter nesta vila. Os homens desta vila são a causa principal do mau caráter dela”. Ouvindo isto, os aldeões perceberam a estupidez deles, prostraram-se aos pés de Buda e buscaram seu perdão. Pelos seus ensinamentos, Buda instilou divindade e sabedoria no povo. Os ensinamentos de Buda são altamente sagrados com profundo significado interior.

 

O verdadeiro ideal é dar conhecimento prático do Dharma aos outros.

Deve-se ser um herói na prática, não meramente na palavra. Este era o ideal de Buda. Todos os Avatares e almas nobres viveram de maneira exemplar e ajudaram as pessoas a vivenciarem a divindade.

(Sai Baba - 30/05/1999)

 

Há três coisas que devem ser feitas na vida.

Vocês deveriam tentar ajudar aqueles que os feriram. Vocês devem esquecer o mal feito pelos outros e o bem que fizeram aos outros. Vocês deveriam esquecer o que precisa ser esquecido e lembrar o que deve ser lembrado.

 

O que vocês têm que lembrar?

As coisas boas que os outros lhes fizeram. Vocês devem lembrar as coisas boas feitas a você como algo sagrado. Vocês devem expressar sua gratidão aos que os ajudaram. Aja de acordo com a retidão, dharma. Se, ao praticarmos qualquer ação, lembrarmo-nos de Deus, ela será santificada.

(Sai Baba - 11/05/1998)

 

Buda não atribuiu nenhuma importância aos rituais e sacrifícios Védicos e a outros rituais religiosos.

A razão é que Ele sentiu que era mais importante garantir que os cinco órgãos dos sentidos fossem puros desde o princípio. Buda procurou descobrir porque a mente fica perturbada. Ele não pôde suportar ver alguém sofrendo. Ele ficou profundamente triste à visão das pessoas aflitas com a velhice. Ele ficou intrigado ao ver um cadáver. Nenhum desses acontecimentos naturais lhe deu paz mental.

 

Buda perguntou a si mesmo: "O que é esta vida?”

O nascimento é miséria. A velhice é miséria. A esposa é causa de sofrimento. Há miséria no final da vida. Portanto, esteja alerta e desperte”. A felicidade não se encontra em nenhuma das coisas do mundo. Tudo é passageiro. O homem está desperdiçando sua vida na busca de insignificantes prazeres efêmeros. O Nirvana é a única verdade. É o sentimento de unidade com toda a vida. Voltar a mente em direção àquilo que é permanente é Nirvana.

 

Estamos celebrando hoje o advento de Buda (Buda Purnima ou Buda Jayanthi).

O que significa Purnima (lua cheia)? Significa totalidade. Quando a mente está repleta de amor, ela atinge a totalidade. Enquanto a mente estiver cheia de escuridão (maus pensamentos), não há sentido em celebrar o Buda Purnima. Livrem-se dessa escuridão. Sem a luz do amor no coração, qual a utilidade da iluminação externa? Acendam a lâmpada do Divino em suas mentes. Expulsem o ódio e a inveja de seus corações.

(Sai Baba - 15/05/1997)

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