
1-3
1-3


Plantio de mudas em Resende
26/11/2016
Plantio de mudas em Resende
26/11/2016
Natal em Queimadas
16/12/2018
Projeto Serviço em EVH em Queimadas -
Natal na comunidade


Eventos Nacionais
Eventos Nacionais


01 de setembro de 2026
Krishna demonstrou que, se vocês praticarem a disciplina espiritual da presença constante de Deus, certamente alcançarão a vitória. Deixem que o Senhor seja o condutor da sua carruagem e Ele os guiará, mesmo nas adversidades mais difíceis. Deus não tem favoritos nem rivais. Assim como o fogo, distribui calor a todos os que estão próximos a Ele. Se vocês não sentirem esse calor, não culpem a Ele, mas a si mesmos por estarem distantes d’Ele. Bhishma, um dos mais eminentes personagens do épico Mahabharata, orou ao próprio Krishna, que havia prometido matá-lo, para que Ele lhe concedesse a visão do Seu divino esplendor! Essa é a verdadeira devoção, a verdadeira sabedoria! Bhishma tinha fé; por isso Krishna o abençoou com essa visão. O rei-demônio Hiranyakashipu disse: “Deus não está em parte alguma”; então, para ele, o Senhor não estava em parte alguma”. O seu filho Prahlada, por outro lado, afirmou: “Deus está em toda parte”. Quando Hiranyakashipu o desafiou a provar o que afirmara, o Senhor surgiu de dentro do pilar para demonstrar que Prahlada estava certo. Deus não precisou entrar rapidamente no pilar para depois sair dele, a fim de responder ao desafio de Hiranyakashipu. Ele sempre esteve lá, assim como em todos os outros lugares. Bastava apenas que Se tornasse visível! Eu também sou assim. Se vocês Me aceitarem e disserem: “Sim!”, responderei: “Sim, sim, sim”! Mas se Me negarem e disserem: “Não!”, ecoarei: “Não!” Venham, examinem, experimentem e tenham fé; essa é a maneira de se valerem de Mim. (Discurso Divino, 23 de novembro de 1964)
Sri Sathya Sai Baba
02 de setembro de 2026
A riqueza material traz consigo não apenas alegria, mas também sofrimento. O acúmulo de bens e a multiplicação dos desejos conduzem somente à alternância entre alegria e sofrimento. O apego é a raiz de ambas; o desapego é a salvação. O apego é morte; o desapego é liberação. Um milionário paga o imposto de renda com lágrimas nos olhos, enquanto um diretor de escola, ao ser transferido, deixa alegremente os móveis e os equipamentos do laboratório da instituição de ensino onde trabalhava. Isso ocorre porque o diretor sabe que é apenas o depositário daqueles bens, não o proprietário. Não está apegado a eles, pois reconhece que pertencem ao governo. Sintam, de igual modo, que a sua família, a sua casa, as suas terras e o seu carro são todos de propriedade do Senhor, e que vocês são apenas administradores temporários. Estejam prontos a renunciar a tudo isso a qualquer momento, sem lamentações. Saibam que renúncia não significa que não se deva dar valor às coisas; vocês podem até cuidar delas. Lembrem-se, porém, de que são passageiras e que a alegria que proporcionam é insignificante e efêmera. Em outras palavras: não cultivem apego por elas. Fiquem cientes do seu verdadeiro valor; não as superestimem. (Discurso Divino, 19 de agosto de 1964)
Sri Sathya Sai Baba
03 de setembro de 2026
O nome “Krishna” deriva da raiz sânscrita “krish”, que possui três significados: (1) atrair; (2) arar e cultivar; e (3) o Princípio Divino que transcende o tempo, o espaço e a causalidade. Krishna, como todas as Encarnações Divinas, atrai não apenas buscadores espirituais, santos e sábios, mas também as pessoas de coração puro, os inocentes e os bons. Atrai igualmente os curiosos, os críticos, os céticos e os ateus. Ele os atrai com o encanto arrebatador da Sua personalidade, o Seu olhar irresistível, a Sua voz e a Sua flauta, os Seus conselhos e a Sua indômita bravura. Krishna está sempre em estado de bem-aventurança, irradiando harmonia, melodia e beleza ao seu redor. Ele canta em todos os lugares, tanto nas pacíficas terras e pastagens de Brindavan, local onde passou a infância e a juventude, quanto no campo ensanguentado da batalha de Kurukshetra, descrita no épico Mahabharata. Em uma das mãos, Krishna segura a flauta; na outra, empunha o chicote. Mas o que surge é sempre música plena de significado e emoção, seja a canção que flui da Sua flauta, seja a “Canção do Senhor” (Bhagavad Gita, em sânscrito). Por que Krishna atrai todos à Sua presença? Para arar o coração do ser humano e prepará-lo para receber a chuva da Graça Divina; para nele semear o amor, extirpar as ervas dos maus pensamentos que sufocam as plantações da alegria e torná-lo apto a colher a safra da sabedoria. Na verdade, essa sabedoria encontra a sua plenitude no próprio Krishna, pois esse Nome Divino também significa a Essência Pura, o Princípio Supremo, Sat-Chit-Ananda (Existência – Consciência – Bem-Aventurança). (Discurso Divino, 31 de agosto de 1972)
Sri Sathya Sai Baba
04 de setembro de 2026
Dentre as práticas devocionais, instalar um quadro ou uma estátua do Senhor em casa e lhe prestar reverência é a de menor valor. A celebração do nascimento de Krishna ou Krishna Janmashtami não deve se reduzir a rituais especiais e a pratos extras servidos no almoço. As pessoas assim procedem para atrair a Graça de Krishna, mas só se pode conquistá-la por meio da observância dos Seus ensinamentos. Ela não é concedida a quem se comporta com orgulho ou com ostentação. Adorar Krishna e negligenciar os Seus ensinamentos é um sacrilégio. É possível deixar de lado a adoração a Ele e, ainda assim, conquistar a Sua Graça, desde que se procure sinceramente seguir o caminho que Ele traçou. Krishna foi a Encarnação do Amor. Por isso, o amor é a virtude que Ele mais preza. Mas esse amor deve se expressar em atos concretos de compaixão. Cultivem a compaixão e a empatia até que alcancem o objetivo de se fundirem em Krishna, Aquele que é a própria Encarnação do Amor. Muitos de vocês se dedicam à disciplina espiritual. Qual é o propósito fundamental dessa disciplina? Cada prática realizada pelo aspirante espiritual é como um riacho que flui em direção ao Oceano da Graça Divina. Acreditem que o amor que os motiva a servir e a ter compaixão é uma centelha do Amor Divino. (Discurso Divino, 14 de agosto de 1979)
Sri Sathya Sai Baba
05 de setembro de 2026
O Guru ou mestre espiritual é reverenciado como Brahma, o primeiro da Trindade Divina, responsável pela criação do Universo; como Vishnu, encarregado da sua preservação; e como Maheshvara (epíteto de Shiva), a quem cabe a sua destruição e dissolução. Essa descrição é simbolicamente correta, como se percebe ao examinar a tarefa que se espera do Guru. Ele semeia no coração do discípulo as sementes da virtude, da sabedoria e da fé. Nesse sentido, ele é Brahma. O Guru também se assemelha ao agricultor que planta as mudas no solo bem-preparado do seu campo. Feito isso, porém, o agricultor não cruza os braços; cuida sem cessar para que as mudas se desenvolvam bem, sempre atento às etapas apropriadas para regar e adubar a plantação. Esse é o papel de Vishnu. Da mesma forma, o Guru não pode se acomodar e observar em silêncio o destino do discípulo após as primeiras lições. Precisa guiá-lo a cada passo e cultivar e estimular nele bons hábitos, raciocínio sólido e sentimentos legítimos. Nesse caso, ele atua como Vishnu. O Guru tem, ainda, o dever de advertir o discípulo quando este dá um passo em falso, adquire um mau hábito ou alimenta uma dúvida nociva. Assim como o agricultor, que precisa estar sempre vigilante contra o avanço de ervas daninhas e a infestação de pragas, o Guru deve se manter sempre alerta para destruir as pragas do vício e as ervas daninhas da indolência e da inconstância. (Discurso Divino, 3 de janeiro de 1974)
Sri Sathya Sai Baba
06 de setembro de 2026
Os livros não se destinam apenas à leitura. Até hoje, escrituras sagradas como o Alcorão, a Bíblia, as Upanishads, o Zend Avesta e o Granth Sahib são veneradas em santuários. Porém, nenhum esforço é feito para se viver de acordo com seus ensinamentos. As pessoas estão se esquecendo do propósito para o qual esses livros sagrados foram criados. O mero estudo dos livros não produz mudanças em nossas vidas. O que é estudado deve ser colocado em prática. O conhecimento que não é colocado em prática é como comida não digerida. Para digerir um alimento, é preciso mastigá-lo bem e ingeri-lo em uma forma de fácil absorção. Isso significa que não basta folhear um livro, mas é preciso estudá-lo profundamente, refletir sobre seu conteúdo e absorver seu significado para que se possa praticar o que se aprendeu. É por isso que todos os livros religiosos enfatizam a doutrina da ação. Nesse contexto, não há propósito em se entregar à especulação intelectual sem colocar o conhecimento em prática.(Discurso Divino, 14 de julho de 1984)
Sri Sathya Sai Baba


